Quem quiser ver o que ando aprontando no além, visite:
http://abmas.blogspot.com
[]s e até a próxima encarnação. Gus
--- Preached at 11:09. --- --- ---
DATA: 18.3.05
_____________________________ PROCURA-SE DESIGNER QUE TRABALHE DE GRAÇA
(Ô chamada mais repelente...tenho que aprender marketing...)
Eu tentei...Mas definitivamente sirvo pra qualquer coisa, menos pra designer...e marketeiro. Quero alguém que me ajude num secretíssimo, confidencial e restrito projeto de template de blog novo, mas não tenho nem pra pagar o acesso à Internet. Logo, tem que ser um bom samaritano, e de preferência com talento...E se ele puder me pagar pra fazer o meu template, ficaria grato, mas essa última solicitação é opcional.
Contatos via email gus.antonello arroba gmail.com
Atenção, assustem-se agora:
SENÃO O MEU BLOG NOVO NÃO VAI SAIR!!!!
Cordial Abraço, no meio das teias de aranha, ácaros e poeira, Gus
--- Preached at 22:08. --- --- ---
DATA: 13.1.05
AHAM, AHAM...
Alguém por aqui?
Tô na praia...Quando voltar das férias, juro que lhes trarei algo de novo, e bom...
Tô devendo pra canário pra vcs...uns até me deslinkaram (merecidamente, diga-se de passagem), mas queria comunicar-los-lhes que a espera está quase no fim...Enquanto isso, gostaria de convocar-lhes-tes para entoar um cântico sagrado enquanto o meu blog novo não vem...
[]s
Gus, a 5Km/h e agora ninguém me segura!
--- Preached at 21:16. --- --- ---
DATA: 16.11.04
Rapidinhas, pra não perder o costume...
Ricardinho era sonâmbulo. Certo dia, sonhou que sua mão esquerda tentava assassiná-lo. Acordou na cozinha, com sua mão direita esfaqueando sua mão esquerda. Após sair do hospital, Ricardinho procurou um psiquiatra.
Padre Cláudio era praticamente cego, mas se recusava a usar óculos. Num domingo quando celebrava um batismo, não percebeu que a criança ficara tempo demais debaixo d´agua. Após a absolvição no processo por tentativa de assassinato, Padre Cláudio cuida atualmente da horta do seminário. De óculos.
Malcomeques era loiro de olhos azuis, apesar do nome estranho, sugerido pela empregada de sua mãe. Ao descobrir a origem do seu nome, Malquinho, como era conhecido, entrou na justiça para trocar de nome, e conseguiu. Hoje ele se chama Martin. Martin Luter Quingue.
[]s
Gus
PS: Agradeço a paciencia, mas não vão se acostumando ;)
--- Preached at 14:33. --- --- ---
DATA: 11.11.04
Muita Carma Nessa Hora!!!
Hey,
Vocês acham que chegar em casa é assim, pá-pum??? Tenho oito mil setecentos e trinta pessoas pra visitar, entre amigos e parentes!!! Portanto, ainda estou "chegando". Afora que ainda estou dando férias para a minha gloriosa cabecinha (a de cima), e não pretendo chegar muito perto de computadores nas próximas semanas. Por isso não prometo nada nas próximas semanas, vocês terão que ter paciência. Sorry...
Mesmo assim, em breve estarei de volta! Assim que a Internet chegar lá em casa (ainda tem isso!!!) e eu me recuperar um pouco mais. Agradeço a atenção e a audiência!
Grande Abraço,
Gus
--- Preached at 20:16. --- --- ---
DATA: 29.10.04
Mudar é preciso...
Amigos eu ganhei, Saudades eu senti, partindo... Roberto Carlos/Erasmo Carlos
A importância dos acontecimentos da nossa vida não deve ser nunca medida pelo tempo em que elas ocorrem, mas sim pela intensidade em que acontecem. Tempo é costume, tempo é apego, tempo faz mal. Tempo é como ácido que corrói as estruturas mais firmes e, cedo ou tarde, acaba por conseguir o que quer. Até mesmo nos matar. Por isso que lamentar ou idolatrar o tempo que passa é bobagem. Deve-se, isso sim, ignorá-lo, deixá-lo de lado. Respeitando-o, porém não lhe dando a importância que ele realmente tem. Assim, ele não nos atinge com tanta força. Esse é o segredo.
O segredo, por outro lado, também está em viver os momentos sem medo. É muito confortável e cômodo seguir em linha reta, por que o horizonte está em nosso campo de visão. Assim, o futuro (ou o tempo, como quiserem chamá-lo) fica menos assustador. Visível e previsível. Não há esquinas a dobrar, morros a subir, precipícios a descer devagarzinho, tombos a cair para se levantar depois. Aí, quando a gente percebe, o fim bate à nossa porta sem que tenhamos trilhado um caminho. Sem que tenhamos explorado o diferente, o inusitado. Sem que saibamos o que existe ao nosso lado, como cavalos de carga puxadores de carroça.
Ter medo faz parte da nossa natureza e nos protege, mas, se eu, do alto da minha ?grande? experiência de vida, posso dar um conselho, lá vai: Enfrentar os nossos medos é como enfrentar de bote a rebentação do mar em direção ao oceano. As ondas parecem invencíveis, a força que se faz é enorme, o bote dá a impressão de que vai se destruir. Mas, geralmente, tudo dá certo. E a recompensa é maravilhosa. A calma e a grandeza do oceano. A sensação de infinito, onde todos os caminhos parecem certos e possíveis de serem trilhados. O sentimento de alívio ao molhar as mãos na água gelada, e levá-las ao rosto, refrescando-se após a turbulência. E, maior que tudo, a emoção de arriscar tudo, e ganhar. Essa é a graça de viver. No trem que carrega a nossa vida, se o caminho for retilíneo e constante, nossa vida torna-se monótona e previsível. E isso, além de perigoso, é chato pra cacete.
A gente, por medo ou comodidade, tende a acreditar que os acontecimentos importantes são definitivos. Vêm de uma vez e mudam tudo, como machadadas afiadas na lenha. Não percebemos que, na verdade, o que é realmente importante vem como um nevoeiro. Aparece devagar e quando percebemos estamos dentro dele, para sairmos com a impressão de que nada aconteceu. Porém não se percebe que as grandes mudanças ocorrem assim, devagar, constantes e intensas. Quando nos damos conta, aprendemos algo, assim, do nada. As machadadas, por sua vez, na mesma intensidade que vêm, vão embora, e só deixam cicatrizes. Ensinar, quem ensina mesmo, é o desgraçado do tempo, o mesmo que nos mata sem percebermos.
Parto daqui rumo a uma nova caminhada, incerta, cheia de esquinas, montanhas, buracos e pedras. Sigo, contudo feliz, convicto de que aprendi aqui muito mais do que a minha idade permitiria aprender. Considero-me um privilegiado por isso. Retiro-me dessa cena com a certeza de que conheci muitas pessoas que valeram a pena, umas mais, outras menos. Citar nomes seria injusto, mas lembro de todos, mesmo que tenha esquecido de copiar nesse e-mail (a lista é grande). Procurei conhecê-los da melhor forma possível, e se fui rude em algum momento, ou magoei alguém, independente de quem tenha sido a responsabilidade, peço sinceras desculpas. Não quero nenhum tipo de ressentimento nessa ocasião. Passei dois anos aqui que valeram por mil. Dobrei esquinas, bati de cara em portas, tropecei, corri, e considero ter trilhado um bom caminho. Caminho esse que foi percorrido, sem dúvida, com a ajuda de cada um de vocês. Obrigado por tudo, minha gratidão e lembrança serão eternas.
Amanhã, quinta, 28 de outubro, as 19:00, no Tipuana (www.tipuana.com.br)
Av. Fiandeiras, 555 - Vl. Olímpia, SP
Todos estão convidados, e o comparecimento é obrigatório!
Grande Abraço!
Gus
--- Preached at 15:45. --- --- ---
DATA: 25.10.04
Eu não me surpreendi tanto quando um amigo meu me mostrou que conseguia lamber o cotovelo. Eu não me espantei quando vi um camarada resolver um cubo mágico em menos de um minuto. Muito menos me impressionou quando vi um rapaz coçando a orelha direita com o dedão do pé esquerdo, entre outras doideiras que já vi as pessoas fazendo...
Tudo isso é pra dizer que o que realmente me impressiona nessa vida são as coisas realmente simples. Uma cerveja, acompanhada de mandioca frita, costelinha e queijo coalho na chapa, uma cachacinha, horas e horas de um papo agradabilíssimo. A sensação que tive é de que amizades são feitas de momentos como esses, onde o tempo passa lento como a água do rio, embora não tão devagar a ponto de não lamentarmos quando termina. Uma estranha decepção me tomou conta ao perceber que tudo isso é muito mais fácil, embora muito mais raro, do que achar alguém que resolva cubos mágicos, lamba o cotovelo ou coce a orelha com o dedão do pé.
Obrigado, mais uma vez, pela simples, e por isso, maravilhosa tarde!
Homenagem de Gus e Ana aos novos amigos Branco e Fernanda.
PS: No final, saí no lucro. Além dos novos amigos, ganhei uma cachaça com dedicatória e várias dicas de leitura do novo amigo...Mas, embora a curiosidade tenha me atiçado muito, não tive estômago para comer um estômago (de bode). Preferi ficar no convencional: mandioca, costelinha e queijo coalho, cachaça e cerveja. A tarde tava boa demais assim!